Beatriz


Depois de acompanharem a gestação da minha mamãe, vocês terão o privilégio de acompanhar o meu crescimento, desenvolvimento e aventuras neste mundão!!!

Meu nome é Beatriz Mendes Magalhães, nasci no dia 08 de março de 2006, às 00:18hs, prematrura de 35 semanas, pesando 2.815gramas e medindo 47 centímetros. Permaneci três dias na UTIN e hoje estou na minha casa, ao lado dos meus pais, curtindo meu lindo quartinho, preparado com tanto amor.
Meu nome significa:
Aquela que traz felicidade.
E é o que vim trazer para os meus pais!!



Meus pais


Daniela:
Não dá pra explicar a emoção que senti ao ouvir pela primeira vez o seu choro... Sentir sua pele, seu cheiro e olhar em seus olhos hoje trazem de volta a mesma emoção! Você é a realização de um sonho e a mamãe te ama muito, muito!!


Eladio Júnior:
Bebê acho que o papai nunca vai esquecer o dia de seu nascimento, você ainda sujinha de resto de parto mas já era linda, meu coração bateu acelerado e foi um sentimento que seria incapaz de descrever. Papai te ama muito filha, beijos.



Cresci



Mês Kg Cm
Ao nascer 2.815 47
1º Mês 4.675 54
2º Mês 5.300 55
3º Mês 6.125 57
4º Mês 6.800 60
5º Mês 7.100 61
6º Mês 7.680 64,5
7º Mês 7.770 66
8º Mês 8.300 68
9º Mês 8.500 69
10º Mês 9.000 72
11º Mês 9.600 72,5
12º Mês 9.970 74


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Hoje é...






Créditos



Conceitos Design


Meninas o post é bem longo e tive que publicar em partes... Não desitam tá!!!

BJus...

 






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18 meses com a Bia...

Pois é pessoas, fazem exatos 18 meses que a Bia nasceu! Falar que passou rápido é meio estranho, mas foi ano passado que ela era pequenina, sapecona... Hoje fiquei olhando para ela enquanto tomava banho, linda, em pé debaixo da ducha, brincando com o sabonete, reclamando para lavar o cabelo... Minha filha está crescendo!!!  Está meio chorona, manhosa e cheia de vontades, uma chata de galochas mas só eu posso dizer isso... Tem se mostrado a cada dia uma criança carinhosa, inteligente e muito geniosa, o que ela quer ela quer e é aí que estou sambando... Não é fácil ver nossos filhos chorarem, as lágrimas rolarem por estes rostinhos tão lindos e indefesos, mas faz parte do crescimento, infelizmente algumas coisas aprendemos chorando, fazer o que??? E justamente nessa fase, 18 meses, os bebês passam por um processo de amadurecimento meio doloroso, para eles e para a gente. Achei um texto na net, muito interessante e vou posta-lo para vocês, em vermelhos, são cometários meus em relação ao que observei na Bia, tem coisa que é exatamente como o autor fala... Mas nem tudo, afinal: Graças a Deus nossos filhos não vêm com manual!!!

 

Os avanços da criança, dos 18 meses aos 2 anos

Nesse período a criança aprende a falar (a aquisição de novas palavras e a repetição do que falamos, está realmente mais acentuada). Com o feito vem um grande senso de individualidade, e mais algumas mudanças não tão bem vindas. O comportamento do bebê envolve todos.

Língua: Quando o seu bebê consegue comunicar algumas idéias a você, sua função de criá-lo se torna mais fácil. Você pode perguntar o que está errado e ele responder (ontem fomos à feira do livro depois comento o evento, aí no carro o Júnior perguntou de brincadeira mesmo se estava indo muito vento pela janela para a Bia, e ela respondeu bem serena: Não. Fiquei de boca aberta!!! Se perguntamos: Bia você quer jantar, ela responde se sim ou não e se a resposta é positiva ela logo se posiciona ao lado do cadeirão.) . O conhecimento que ele possui de apenas algumas palavras pode ir longe, você não precisa mais ler a mente dele e tentar adivinhar o que o está incomodando (ontem ela tirou a fralda e eu deixei um tempo só de calcinha depois de perguntar se ela queria por outra fralda, ela disse que não e eu perguntei se estava quente, ela disse: quente. Fui tomar banho e quando ela me viu debaixo da ducha, foi logo tirando a roupa e falando banho, banho, banho. Realmente estava bem quente em Brasília ontem!!).

Bebês muito mais novos utilizam gestos e palavras únicas para fazer entender suas vontades e necessidades. Seu bebê pode ter desenvolvido alguns gestos próprios para expressar diferentes vontades. Muitos bebês de dezoito meses têm comando sobre uma série de palavras. Essas palavras soltas podem significar sentenças completas (abu-abre, sala, saia, calça... São algumas das palavras soltas que a Bia fala e já dá pra compreender que o que ela quer). Alguns bebês dessa idade combinam palavras, utilizando duas ou três diferentes. Pais espertos se utilizam da habilidade natural de seus bebês de absorver uma língua para tornar seu trabalho mais fácil. Em um exemplo, uma mãe era tão rápida para pegar tudo para o bebê que ele não precisava falar nada. Todas as suas necessidades eram atendidas sem muito esforço da sua parte. Quando o médico sugeriu que ela esperasse o bebê pedir pelo que queria, o menininho passou a conversar em frases de cinco palavras. Nesse caso, a mãe estava sendo eficiente demais ao ler os sinais de seu filho (graças a Deus isso eu me policio para não fazer... Fizemos muito com um sobrinho que acabou por demorar um pouco mais para formar frases). Se você tem preocupações sobre o desenvolvimento lingüístico de seu filho, discuta-as com o pediatra. Bebês que tendem a ter infecções no ouvido eventualmente têm perda de audição (atenção dobrada se seu filho tiver catapora, sarampo, meningite ou otite, são doenças que podem comprometer a acuidade auditiva da criança e é bom nestes casos repetir o teste da orelinha). Se você suspeita de que seu bebê não te escuta ou não entende o que você diz, você deve verificar o que está acontecendo. Algumas vezes, crianças têm problemas de comportamento devido à má audição. Crianças podem ser particularmente difíceis de lidar quando não escutam o que você diz. Alguns bebês, ter a palavra na cabeça, mas não saindo corretamente, pode ser uma experiência bem frustrante. Existe muita coisa que eles querem dizer mas não sabem como. Para ajudar seu filho, tente não pressioná-lo muito para falar palavras corretamente (essa me fez lembra o Júnior ensinando a Bia a falar a palavra sapato. Ela falava pato e mostrava o sapato, e ele repetia sapato, na terceira tentativa ela azedou de vez e deu um belo ahhh para ele, muito comédia!). Muitas exigências internas e externas são colocadas sobre o bebê de quase dois anos. Esses jovenzinhos não apenas estão tentando dominar o mundo direito, como também estão tentando se tornar usuários competentes da língua. Essa é uma época quando incentivos sutis, segurança e limites firmes são necessários.






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Egocentricidade: Aos dezoito meses de vida seu bebê tem uma visão egocêntrica do mundo. Ele vê a si mesmo como o centro do universo e é incapaz de ver o mundo sob os olhos de outra pessoa (essa é uma das explicações dos psicólogos para as benditas birras... To sentindo na pele toda essa egocentricidade.). O termo egocêntrico, normalmente utilizado para se referir a adultos que só pensam em si, também descreve a visão de um bebê de sua posição de poder no mundo: ele também acredita que o mundo gira ao seu redor. Nessa idade o bebê reconhece que os pais podem fazer tudo por ele. Os adultos servem a um propósito para os bebês: eles são um meio para um fim. Contudo, enquanto que adultos podem dar aos bebês o que eles desejam, eles também podem fazer exigências e estabelecer limites, o que pode ser fonte de conflito. Por exemplo, uma mãe pode pedir a seu filho que domine habilidades de vida independente (como largar a mamadeira à noite, utilizar copo e colher e utilizar o pinico) antes de ele achar que está pronto. A alimentação pode ser um campo de batalha potencial para pais e filhos, com o bebê normalmente vencendo. Bebês podem utilizar a situação da alimentação como uma maneira de controlar os pais (contornei essa dominação, quer comer come, não quer, paciência!). Uma abordagem mais tranqüila, permitindo ao bebê escolher a comida e não forçando-o a comer comidas que detesta, pode prevenir problemas de alimentação posteriores. Você pode utilizar alguns truques, como disfarçar as comidas que o bebê não gosta com sabores que agradam, molhando um vegetal em iogurte ou requeijão cremoso, por exemplo. Conflitos sobre a habilidade de cuidar de si próprio normalmente recaem em questões de dependência e independência (por isso são duas colheres na hora das refeições, uma na mão dela e outra na minha, assim não cerceio minha filha o tempo todo!!!). Algum tipo de equilíbrio tem de ser alcançado entre a dependência  do bebê e o seu crescente desejo pela independência. Não existe um momento único, porque as crianças lidam com suas habilidades de desenvolvimento no seu próprio ritmo.

NÃO!:Uma das primeiras palavras que o bebê aprende é "não" (mas também pudera né? É a palavra que eles mais ouvem!!!). Bebês normalmente dizem não ao seu pedido mesmo quando significa sim. Alguns dizem que é mais fácil para o bebê balançar a cabeça para os lados ou para cima e para baixo, mas desafio certamente é o nome do jogo (grande verdade... A Bia joga os livros da estante olhando para minha cara de reprovação na maior tranqüilidade, como se os 237 nãos que estou falando não fossem para ela). Todos já vimos bebês de dois anos terem ataques de raiva no meio de uma loja porque não ganharam o que queriam (minha experiência assim foi num restaurante). Esses ataques são perturbadores e embaraçosos, mas são todos parte do crescimento. Embora nunca fácil de se lidar, eles são inevitáveis e todo pai passa por isso (grande consolo! Embaraçoso é um adjetivo leve para o tamanho da vergonha). E, sim, a fase irá passar (graças a Deus, mas quando??). Esta etapa é caracterizada por uma grande quantidade de oposição. É como se a criança tivesse de fazer o oposto simplesmente como uma comprovação de sua independência. Esse é um passo muito importante do desenvolvimento para a sua criança. É um atestado de que ela tem um senso de si mesma como um indivíduo (definitivamente crescer dói!!). Esses tempos difíceis são importantes para ela se separar de você e começar a se tornar uma pessoa distinta. Como tudo mais no desenvolvimento, o momento varia de criança para criança. Isso é conseqüência da habilidade dos pais e da criança de conversar sobre o que ela está sentindo, pensando ou querendo (li algo a respeito no livro a Criança mais feliz do pedaço, mas sinceramente não consegui por em prática algumas de suas dicas de como acabar com as birras em alguns minutos, acho que esse tipo de manualzão, serve mais para consolar, não te deixar sentir a última traquinas do pacote, mesmo por que nem todas as crianças são iguais!). Pais podem explicar muito para a criança acalmando uma situação potencialmente explosiva. Outras vezes, essas explicações são completamente desnecessárias, em parte porque o bebê não possui o nível de compreensão necessário para saber do que você está falando. Além disso, algumas vezes a sua criança simplesmente não irá desistir (principalmente se essa criança for a Beatriz... Eu pego no colo, abraço, dou beijo, converso, explico, mas às vezes é inútil.). É muito importante que os pais sentem-se e conversem um com o outro de forma a estabelecer prioridades, como o que vale uma briga e o que não (isso já rendeu boas discussões aqui em casa... Acho muito importante saber discernir qual travessura é realmente digna de cantinho da disciplina, senão ser criança se torna algo extremamente chato!).






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Reações de separação intensas: Embora seu bebê já tenha tido algum tipo de medo de desconhecidos, ele desenvolve reações mais intensas pela separação (isso ta super acentuado na Bia, ela já senti muito a ausência do pai durante a noite quando ele está na faculdade, ou durante o dia quando está no trabalho, ela de repente pára e fala: papai, como quem pergunta cadê ele hein?? Chora quando ele vai trabalhar e teve um dia que ele vestia uma perna da calça e ela tirava a outra, como quem dissesse você não vai... Deu uma dó!). Deixá-lo com uma babá ou em uma creche pode ser muito mais difícil. Lembre-se que levar um brinquedo ou objeto favorito ajuda nessas separações. O medo de novas situações resulta da inexperiência da criança em relação a elas. Padrões de sono estabelecidos podem ser interrompidos nessa etapa ( ixxi, e como! A Bia acorda chorando, gritando, como se assustada com alguma coisa). Boa parte do dia é gasta com atividades motoras, correndo e andando, e quando chega a noite seu filho estará cansado demais para ir para a cama facilmente (outra guerra, por que ela pode estar cansadaça, briga com o sono até a exaustão!). Além disso, não se surpreenda se ele começar a acordar no meio da noite novamente. Isso pode ser devido ao fato de que o bebê está com medo de estar sozinho. O medo da noite começa próximo dos 18 meses de idade e pode continuar durante o terceiro e quarto ano, mudando em intensidade e conteúdo. Bebês de três anos normalmente contam os sonhos que os acordaram. Nesses primeiros anos, seu bebê não sabe o que é real e o que é fantasia, de forma que passar a noite sozinho e com sonhos pode ser uma experiência assustadora. Você pode minimizar a tendência de choro do bebê acalmando-o e dizendo a ele que você está por perto e irá protegê-lo. De vez em quando, deixar o seu bebê engatinhar com você até o berço pode dar a ele a sensação de segurança e a você uma boa noite de sono. O medo das crianças pode ser minimizado por brincadeiras imaginativas e livros. Brincar é uma excelente maneira de trabalhar as dificuldades que a criança pode apresentar. Alguns dos medos e preocupações do bebê podem ser trabalhados com vocês brincando juntos. Cada um finge ser um monstro uma vez, que é afugentado pelo outro. Alguns bons livros infantis mostram pequenos meninos ou meninas triunfantes sobre monstros da noite. Além de livros, os pais podem utilizar marionetes para envolver os filhos, mesmo os mais velhos, em reconstituições vivas das preocupações e medos diários. A brincadeira com marionetes elimina parte da tensão associada a discussões sobre assuntos perturbadores da vida real. Colocar as preocupações nas marionetes da brincadeira tornam alguns tópicos proibitivos mais acessíveis. Crianças pequenas precisam de um horário regular para ir para a cama (priorizamos o horário de ir para cama, mas nada ao rígido que não possa ser burlado uma vez ou outra). Muitos pais utilizam a hora antes do bebê dormir para ler livros com ele. Essa leitura incentiva o próprio bebê a ler e bebês de dezoito meses acham a rotina diária tranqüilizante. Assim, um ritual de horário de sono consistente é bom para o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança e pode oferecer melhores noites de sono tanto para os filhos quanto para os pais (infelizmente no nosso ritual não incluímos a leitura de um livro, mas estou pensando nessa questão... Seriamente!).

Novos avanços: Como pai, sua função é apoiar seu bebê no caminho para a independência enquanto reconhece, ao mesmo tempo, sua necessidade de ser dependente de você. Algumas crianças têm grande dificuldade se esforçando para alcançar o próximo marco no seu desenvolvimento. Outras têm transições suaves de marco a marco (todos os saltos de desenvolvimento da Bia foram estressantes para ela e para nós... Acho que é reflexo do meu estresse, por isso hoje eu exercito o domínio próprio, preservo a saúde mental de todos). Alguns especialistas acreditam que o desenvolvimento depende principalmente do crescimento ou amadurecimento da criança, de maneira cíclica e com a maturidade em alta. Eventualmente, altos e baixos ocorrem. Com essa visão cíclica do desenvolvimento, os pais podem observar como os novos avanços podem incomodar as crianças. Assim, com avanços em cada estágio do desenvolvimento, notavelmente quando começa a andar, o comportamento do seu bebê pode ficar desorganizado até que ele esteja certo de si mesmo e tenha consolidado suas novas habilidades.






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Dividindo: Tanto bebês de dezoito meses quanto aqueles de dois anos não são muito bons em dividir brinquedos (a Bia divide numa boa seus brinquedos, mas não gosta que outras crianças mexam nos DVD`s, nos livros da estante...). Isso também é parte do desenvolvimento normal e deve ser visto assim. Da perspectiva do bebê, seus brinquedos são uma extensão dele mesmo. O fato de alguém tirar um brinquedo dele é uma afronta direta à sua integridade, é como se uma parte dele estivesse sendo tirada. Pais provavelmente não são realistas ao pedir que uma criança dessa idade divida um brinquedo com outras crianças. Você pode começar a trabalhar em direção a esse objetivo, mas pode ser muito cedo para esperar alcançá-lo. Uma dica útil é ter alguns brinquedos especificamente para a brincadeira em grupo. Dessa maneira, os brinquedos não parecem pertencer a ninguém. Você também pode reduzir a agressão e as brigas sobre brinquedos com atividades planejadas. Elas devem ser criativas, bagunçadas e divertidas, como pintura à mão ou brincadeira com blocos, areia e material de moldar (preciso comprar urgentemente massinha de modelar...) .

Dificuldades com as mudanças:Bebês de dezoito meses são muito ritualísticos. Eles podem ficar incomodados se você não cumprir rotinas exatamente da mesma maneira. Observando isso, você pode ajudar seu filho mantendo a rotina o mais consistente possível, assim ele não precisará tentar adivinhar o que vai acontecer a seguir (desde pequena eu priorizei rotinas para a Bia, acho que elas tornam nossos filhos mais seguros, mais confiantes.). Também pode-se aliviar transições contando para as crianças o que elas devem esperar. O comportamento tipicamente ritualístico de um bebê pode ser devido a sua limitada compreensão da língua. Algumas vezes somos levados a acreditar que bebês de dezoito meses sabem mais do que realmente sabem. De vez em quando, pais reavaliam por que a criança reagiu de determinada maneira. Talvez ela não tenha entendido o que foi dito ou perguntado. Embora bebês entendam boa parte, nem todas as idéias têm o mesmo significado para eles. Por isso, as reações da criança a distúrbios na rotina tendem a ser mais intensas do que se acontecessem mais cedo na vida dela. A aflição e obstinação do bebê são, em parte, relacionadas ao início do desenvolvimento da consciência de si mesmo. Para o bebê, pai e criança estão se tornando duas pessoas separadas, o que pode causar um ajuste estressante. As emoções de medo e preocupação podem parecer mais visíveis em bebês de 1 a 3 anos do que nos mais novos. Alguns bebês de dois anos parecem consideravelmente cautelosos quando confrontados com novas situações. Em particular fogos de artifício, aspiradores de pó e outros barulhos altos podem ser assustadores (a Bia tem muito medo do aspirador de pó, não só do barrulho.). Bebês nessa faixa de idade ainda não entendem a relação entre causa e efeito, e podem achar que esses acontecimentos ocorreram por causa de algo que fizeram. Algumas crianças se prendem aos pais até que estejam confortáveis e seguros em um novo ambiente. Ainda em casa, se tudo estiver indo bem, a criança deve ser capaz de sair do seu lado para brincar sozinha em outro quarto. A preocupação da criança e o fato de ela observar você representa o início do senso de realidade (a Bia não gosta de me ver chorar, fazer careta se estou com dor, gosta de passar hidratante nas minhas pernas e de observar como arrumo o cabelo...). Isso é parte do processo de desenvolvimento, sem o qual a criança não se tornará uma pessoa independente e saudável. Embora às vezes seu bebê seja difícil de lidar, essa é a idade na qual é ainda mais importante ser firme no estabelecimento de limites, consistente nas exigências e estimulante durante os bons e maus momentos. Seu papel é equilibrar o desejo do bebê por independência com sua necessidade contínua de afirmação, amor e afeição (é um conflito muito grande, torna-se independente sem perder a ternura, o amor dos pais, porque na realidade deve ser isso mesmo que se passa nestas doces cabecinhas...). O caminho da criança para a independência não termina aos três anos, mas essa idade contém muitas mudanças significativas. O link do texto é esse aqui: http://saude.hsw.uol.com.br/compreendendo-como-as-criancas-amadurecem7.htm

Pois é, depois de ler tudo isso eu refleti muito sobre a forma como muitas vezes lidava com a Bia, sem muita paciência, não me senti culpada dessa vez, mas percebi que era hora de ver minha filha como ela realmente era, um bebê em busca de ser crescimento e se desenvolvendo...

Bem gente é isso, ta ficando meio grande e não quero competir com a Ranne no quesito, post longooooooooooooo!!!!

Para finalizar, uma sátira interessante, sem ofensas para quem é adepto do método...

 






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Dilemas Maternos

 

Acho que desde que me tornei mãe ou mesmo antes de ser, nunca conheci uma que não passasse por períodos de conflitos, dúvidas e incertezas... Mesmo nos momentos que nos deixamos levar pelo tão falado instinto materno! O pior é que sofremos por coisas sérias, coisas banais, coisas significativas, coisas insignificantes, enfim sofremos a cada decisão que precisamos tomar e que irá refletir diretamente na vida de nossos filhos... Talvez por que a existência deles não foi algo escolhido por eles, mas por nós, talvez por sermos seres humanos analisamos demais as coisas, dificultamos o que era pra ser simples e fácil! O nascimento da Bia mudou minha vida e isso é um fato, a chegada do Gustavo se encarregou de dar o arremate final! E por mais que me sinta mais segura em relação a algumas coisas, continuo tendo os meus dilemas, minhas incertezas, a dúvida de estar fazendo o melhor, ou pelo menos tentando... Ser mãe não e fácil!!!! Mas o mais legal nessa minha jornada é que estou conhecendo pessoas que assim como eu, tenta acertar, têm dois filhos com diferença pequena (e sobreviveu, obaaaa!?), sente culpa por perder a paciência em algum momento, sente frustração, porque a maternidade é algo transformador, mas tem suas horas de tédio... Enfim, gente que não doura a pílula (como diria minha amiga virtual Dreds) o tempo inteiro! Aí nestas horas penso na minha avó que teve 14 filhos, todos de parto normal, com diferença de dois anos cada um... Fico imaginando sua vida, como mãe, esposa, dona de casa, trabalhadora rural, artesã... Ela era tudo isso!!! Será que teve dilemas, dúvidas, medos??? Criou 11 filhos, perdeu 3, todos loucos por ela, apaixonados pela Tia Lê, como as pessoas carinhosamente a chamavam na cidade... Quando a Bia nasceu eu me senti muito insegura com toda aquela situação, não me lembrava mais nem como se pegava um recém-nascido... O pior era ter que ouvir o tempo todo que era fácil pra mim por ser enfermeira... Tenha dó né??? Naquele momento eu era Daniela, mãe de primeira viagem, as voltas com seu primeiro filho, prematuro e cheia de dúvidas!! Aì veio o Gustavo, confesso que de cara achei que tiraria tudo de letra, afinal eu era mãe de segunda viagem... Ledo engano! A viagem é sempre de primeira não importa quantos filhos sejam! Por que eu fiquei maluca quando abri a fralda do guri e vi além de xixi, uma coisa meio rosa, meio vermelho... Até o pediatra passar e falar que era resíduo de sangue que fica na bexiga do bebê. Sem contar no velho e conhecido dilema aqui de casa: ganho de peso! Aí eu fico repetindo que nem disco furado: tô achando o Gu magrelo, esse menino não ta engordando e por aí vai... Até a ped já ta acostumada, por que com a Bia era a mesma coisa! Mas por que comecei o post com todo esse blá, blá, blá?? Por que estou vivendo a árdua tarefa de buscar uma escola legal para a Bia.. Um dilema! Mais um para minha coleção... Em outubro dou notícias dessa novela!?

Gente vou indo... Tô cansadinha! Adorei os comentários e visitas!?

Amamos vocês...

Para quem tava com saudades... Fotinhos recentes!

Não reparem minha cara de cansada!!!

 

Minha boneca!

 

Adoro uma rua...

 

Mamãe e Babies...

 

 

Bjus!






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